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História

De criação recente - Julho de 1998 - a história da Ordem dos Economistas é já longa, nomeadamente pelo contributo dado à afirmação do Economista na sociedade portuguesa.
Foi esta história que tornou possível que logo nas primeiras eleições dos seus corpos nacionais, pudessem ter votado 5.892 membros e que actualmente estejam inscritos na Ordem cerca de 12500 membros.
As primeira iniciativas de associação profissional remontam aos anos quarenta, mas foi com a criação da Associação Portuguesa de Economistas (APEC) que os Economistas tiveram oportunidade de se afirmar enquanto profissionais dedicados às matérias económicas e financeiras.
A Ordem dos Economistas, associação profissional de direito público representativa dos licenciados na área da ciência económica, nasceu a 2 de Julho de 1998 (DL n.° 174/98 de 27/6), a partir da transformação da Associação Portuguesa de Economistas (APEC).
Consignada no seu Estatuto está uma primeira atribuição que consiste em "Reconhecer o título profissional de Economista aos titulares de licenciaturas na área da ciência económica". Com esse intuito a Ordem organiza a sua actividade no sentido da dignificação e do prestígio da profissão, tendo em conta as vertentes de valorização técnica e das funções ética e social da sua actividade.

1943: As primeiras propostas

Há mais de meio século que os Economistas vinham pugnando pela criação de uma Ordem que, na sua qualidade de associação de direito público, permitisse exercer funções de disciplina e de dignificação da profissão.
A primeira dessas propostas remonta a 1943 e deveu-se ao economista e professor no extinto ISCEF (actual ISEG) José Pires Cardoso, o qual a apresentou na sua tese de doutoramento.
Daí em diante outros economistas, a título individual ou colecto, foram relançando a ideia, até que o Sindicato Nacional dos Comercialistas, hoje Sindicato dos Economistas, diligenciou, já no início da década de cinquenta, junto das entidades oficiais, a criação de uma Ordem por transformação do Sindicato. Esta diligência foi muito mal acolhida, não tendo tido concretização.
Em 1962 apareceu um movimento de Economistas que se corporizou em 1966 numa organização informal denominada POEP - Pró Organização dos Economistas Portugueses o qual publicou dois documentos - "Organização dos Economistas Portugueses - algumas ideias que poderão servir de base à sua criação, 1966" e "POEP - Organização e programa de trabalho", os quais não tendo sido bem acolhidos também não tiveram seguimento.
Contudo, também esta iniciativa não foi bem sucedida.
Igualmente não tiveram êxito os trabalhos da comissão, criada pelo governo, em meados dos anos sessenta, para proceder "ao estudo do enquadramento corporativo da profissão de economista visando uma solução completa e definitiva do assunto" (Portaria n.° 20998 de 19.12.64).
Após o Sindicato dos Economistas, em Assembleia Geral realizada em 1976, ter aprovado novo Estatuto, de acordo com a lei sindical, o que significou que passaram a ficar dele excluídos todos os economistas trabalhadores por conta própria e trabalhadores da função pública, foram desenvolvidas várias iniciativas, designadamente através do próprio Sindicato, tendentes à constituição de uma associação.


1976: A criação da APEC ­ Associação Portuguesa de Economistas

Assim, em 7 de Julho desse ano, foi aprovada numa reunião geral de economistas, a criação da Associação Portuguesa de Economistas (APEC) e aprovado o projecto de estatuto. Foi ainda eleita a Comissão de Redacção Final do Estatuto e a Comissão Instaladora.

Em 28 de Setembro de 1976 foi feita a escritura de constituição da APEC e, em 13 de Janeiro de 1977 foram eleitos os primeiros Órgãos Nacionais para o biénio 1977/78.
Após a sede provisória nas instalações do Sindicato dos Economistas, em Maio de 1978 foi possível a APEC instalar a sua sede própria na Rua da Estrela n.° 8, em Lisboa, onde actualmente está instalada a Ordem.
Em 25 de Fevereiro de 1986 foram aprovados em Assembleia Geral o novo Estatuto da APEC e vários regulamentos.

Actividades em prol da economia e dos economistas:

Entre as actividades desenvolvidas pela APEC até à sua transformação em Ordem salienta-se a realização de Colóquios, Congressos, Conferências, Estudos e Publicações várias. Entre essas destacaram-se os "Cadernos de Economia" e "O Economista". Foram ainda realizadas diversas acções de formação e actualização e efectuadas diversas visitas de estudo em vários domínios da área económica.

Em finais dos anos oitenta, o Sindicato Nacional dos Economistas (nova designação do Sindicato Nacional dos Comercialistas) e a APEC retomaram o processo de criação de uma Ordem e, juntamente com o Instituto Português de Executivos Financeiros (IPEF), associação composta maioritariamente por economistas, conjugaram esforços numa estrutura tripartida, que preparou a documentação a submeter ao Governo e recomendou a via da transformação da APEC em Ordem.
Em Assembleia Geral extraordinária realizada a 23 de Novembro de 1992, os sócios da APEC deliberaram, por unanimidade, apoiar essa transformação.

1998, Julho: A Constituição da Ordem

Em Fevereiro de 1993 a APEC submeteu ao Governo, a criação da Ordem para o que fez entrega da documentação necessária. Em Dezembro de 1995 recomeçou a APEC o processo junto do novo governo, chefiado pelo engenheiro António Guterres.
A autorização legislativa necessária para a criação da Ordem foi concedida pela Assembleia da República (lei n.° 118/97 de 13/11) o Governo promulgou o Dec.-Lei n.° 174/98 em 27 de Junho de 1998 no qual cria efectivamente a Ordem dos Economistas e comete à Direcção da extinta APEC competência para proceder à instalação da Ordem no prazo de um ano.


1999, Março: Primeiras eleições para os Órgãos Nacionais

Em 25 de Março de 1999 realizaram-se as primeiras eleições para os Órgãos Nacionais da Ordem. com excepção dos Conselhos de Especialidade, que ficaram assim constituídos.

Bastonário - António Simões Lopes
Vogal Efectivo - Rodrigo Aboim Ascensão de Sande e Lemos
Vogal Efectivo - Carlos Alberto Pereira Martins
Vogal Efectivo - José Maria da Cunha Rego de Amorim
Vogal Efectivo - Maria Teolinda Taveira Brito Subtil Carvalho Portela
Vogal Suplente - Maria Fernanda da Cunha e Costa Martins
Vogal Suplente - Maria Isabel de Deus Mendes

1999, Outubro: Eleições dos Conselhos de Especialidade dos Colégios de Especialidade

Em 15 de Outubro de 1999 realizaram-se as primeiras eleições para os Conselhos de Especialidade dos Colégios de Especialidade previstos no Estatuto da Ordem - Economia Política e Economia e Gestão Empresariais.

2001, Outubro: Eleições para os Órgãos Nacionais da Ordem dos Economistas

Em 31 de Outubro de 2001 realizaram-se as segundas eleições para os Órgãos nacionais da Ordem dos Economistas. A composição passou a ser a seguinte:

Bastonário - António Simões Lopes
Vogal Efectivo - Maria Fernanda da Cunha e Costa Matias
Vogal Efectivo - Carlos Alberto Pereira Martins
Vogal Efectivo - Nuno João de Oliveira Valério
Vogal Efectivo - Rui Manuel Meireles dos Anjos Alpalhão
Vogal Suplente - Maria Teolinda Taveira Brito Subtil Carvalho Portela
Vogal Suplente - Maria Isabel de Deus Mendes

Em Novembro de 2002 o Vogal Efectivo Rui Manuel Meireles dos Anjos Alpalhão pediu a sua demissão de membro da Direcção, pelo que a Vogal Suplente Maria Teolinda Taveira Brito Subtil Carvalho Portela passou a desempenhar funções como Vogal Efectivo.

2001, Novembro: 1ª Convenção Nacional dos Economistas

A Direcção da Ordem, ouvido o Conselho Geral e o Conselho da Profissão, decidiu organizar a 1ª Convenção Nacional dos Economistas, que teve lugar em 20 e 21 de Novembro na Fundação Calouste Gulbenkian. A temática da Convenção centrou-se em três grandes temas: "A formação e o exercício da profissão", "A Ordem e o exercício da profissão" e "A economia portuguesa", tendo sido oradores e moderadores Economistas membros da Ordem.
A sessão de abertura foi presidida pelo Senhor Ministro das Finanças, Dr. Guilherme de Oliveira Martins e à sessão e encerramento esteve presente o Secretário de Estado da Indústria Dr. Ribeiro Mendes.

2002, Setembro: XIII Congresso Mundial da Economia

Realizou-se em Portugal, na semana de 9 a 14 de Setembro de 2002, o XIII Congresso Mundial da International Economic Association - IEA cuja organização foi confiada à Ordem dos Economistas.
O Congresso teve lugar no Centro Cultural de Belém e teve uma participação de mais de um milhar de Economistas de todo o mundo.
O tema do Congresso incidiu sobre as quatro seguintes grandes áreas:
A União Europeia (alargamento, política de concorrência, e reconciliação de interesses em macroeconomia)
O investimento directo estrangeiro e a regulação das multinacionais na economia do desenvolvimento
Despesa social, diferenciais de rendimento e crescimento
Reformas estruturais e política macroeconómica
Sessões específicas sobre a Economia Portuguesa
O Congresso foi inaugurado pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, e para a apresentação dos temas analisados contou-se com a presença de altas individualidades nacionais e estrangeiras, de entre as quais se destacaram o Presidente da Comissão Europeia Romano Prodi e o Prof.. Robert Solow Prémio Nobel de Economia e no momento também Presidente da IEA.

2002, Dezembro ­ Criação da Delegação Regional do Norte da Ordem dos Economistas

O Conselho Geral da Ordem reunido em 16 de Dezembro de 2002 aprovou a criação da Delegação Regional do Norte. Esta Delegação tem a sua sede no Porto e abrange os seguintes distritos: Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Coimbra, Guarda, Viseu e Castelo Branco.

2003, Dezembro: Criação da Delegação Regional da Madeira

O Conselho Geral da Ordem reunido em 16 de Dezembro de 2003 aprovou a criação da Delegação Regional da Madeira. Estava já operacional o Núcleo Regional da Madeira, cuja dinâmica e actividade desenvolvida justificaram plenamente a sua evolução para uma Delegação Regional.

2004, Março: Criação do Núcleo Regional dos Açores

Tendo presente não só a actividade já desenvolvida na Região Autónoma dos Açores como também o propósito de prosseguir o processo de descentralização da Ordem, a Direcção decidiu, a 19 de Março de 2004, constituir o Núcleo Regional dos Açores da Ordem dos Economistas.

2004, Setembro, Criação da Delegação Regional dos Açores

O Conselho Geral da Ordem reunido, em 07 de Setembro de 2004, aprovou a criação da Delegação Regional dos Açores.

2004 Novembro / Dezembro, Eleições para os Órgãos Nacionais da Ordem

Realizaram-se, em 25 de Novembro, as eleições para os Órgãos Nacionais da Ordem para o triénio 2005 - 2007. Foram proclamados, em 2 de Dezembro, os resultados do acto eleitoral na sequência dos quais Murteira Nabo foi eleito Bastonário da Ordem.
Assim, a lista dos Economistas que integram os novos Órgãos Nacionais da Ordem é a seguinte:

Constituição dos Órgãos Nacionais

Assembleia Geral (Mesa)

Presidente, António Simões Lopes
Vice-Presidente, Carlos Alberto Pereira Martins
Secretário, José Maria da Cunha-Rêgo de Amorim
Secretário, Maria Isaura dos Anjos Lopes Trindade Calha

Direcção

Bastonário, Francisco Luís Murteira Nabo

Vogais Efectivos,

Helder Jacinto de Oliveira,
Maria Fernanda da Cunha e Costa Matias,
Nuno João de Oliveira Valério,
Maria da Conceição Toscano Ferreira Monteiro.

Vogais Suplentes,

Maria Leonor Borges Guia dos Santos Aires,
Manuel Ramos de Sousa Sebastião.

Conselho Fiscalizador de Contas

Presidente, Moisés da Silva Cardoso
Vice-Presidente, José Poças Esteves
Vogal Efectivo, Eduardo José da Silva Farinha
Vogais Suplentes,

António Ricardo de Oliveira Fonseca,
Lígia Loureiro Quaresma.

Conselho Geral

Vogais Efectivos

Ernâni Rodrigues Lopes
Eduardo de Almeida Catroga
Víctor Manuel Pereira Dias
Maria Manuela Morgado Santiago Baptista
Mário José de Matos Valadas
Norberto da Cunha Junqueira Fernandes Félix Pilar
João Luís Alves César das Neves
Maria Eugénia de Almeida Mata
António José Fernandes de Sousa
Maria Teodora Osório Pereira Cardoso

Vogais Suplentes

Vitor Angelo Mendes da Costa Martins
Luís Manuel Cachudo Nunes
Valter Valdemar Pego Marques
António Augusto de Ascenção Mendonça

Comissão de Disciplina Profissional

Vogais Efectivos

René António Cordeiro
António Macieira Coelho
Francisco Teixeira Pereira Soares
José de Almeida Serra
Maria José Mafarrinha Pardana Constâncio
Anibal Durães dos Santos
Francisco Adelino Gusmão Esteves de Carvalho

Vogais Suplentes

Rui Carlos Alvarez Carp
Maria Teolinda Taveira de Brito Subtil de Carvalho Portela
José Ramos Pires Manso
Maria Guilhermina Gonçalves Patrocínio

Conselho de Especialidade do Colégio de Especialidade de Economia Política

Vogais Efectivos

Vítor Manuel Ribeiro Constâncio
Manuel de Oliveira Marques
João Martins Ferreira do Amaral
Mário Manuel Pereira Gomes de Abreu
Luís Miguel Couceiro Pizarro Beleza

Vogais Suplentes

Américo Henrique Rodrigues Ramos dos Santos
José António Cadima Ribeiro
Manuel Brandão de Vasconcelos Alves
Maria Isabel de Deus Mendes
Francisco João do Rosário Mafra

Conselho de Especialidade do Colégio de Especialidade de Economia e Gestão Empresariais

Vogais Efectivos

Rui Manuel Leão Martinho
José António da Silveira Godinho
Miguel José Ribeiro Cadilhe
António dos Santos Labisa
Mário Martins Adegas

Vogais Suplentes

Mário José Brandão Ferreira
João Martins Vieira
Mário Cristina de Sousa
João da Silva Ferreira
João Albino Matos da Silva

2007 Novembro / Dezembro, Eleições para os Órgãos Nacionais da Ordem

Realizaram-se, em 26 de Novembro, as eleições para os Órgãos Nacionais da Ordem para o triénio 2008 - 2010. Foram proclamados, em 3 de Dezembro, os resultados do acto eleitoral na sequência dos quais Murteira Nabo foi eleito Bastonário da Ordem.
Assim, a lista dos Economistas que integram os novos Órgãos Nacionais da Ordem é a seguinte:

Constituição dos Órgãos Nacionais

Assembleia Geral (Mesa)

Presidente, António Simões Lopes
Vice-Presidente, Carlos Alberto Pereira Martins
Secretário, José Maria da Cunha-Rêgo de Amorim
Secretário, Maria Isaura dos Anjos Lopes Trindade Calha

Direcção

Bastonário, Francisco Luís Murteira Nabo

Vogais Efectivos,

Adriano Lopes Gomes Pimpãp,
Rui Manuel Leão Martinho,
Helder Jacinto de Oliveira,
Maria da Conceição Toscano Ferreira Monteiro.

Vogais Suplentes,

Maria Leonor Borges Guia dos Santos Aires,
Manuel Ramos de Sousa Sebastião.

Conselho Fiscalizador de Contas

Presidente, António José Fernandes de Sousa
Vice-Presidente, José Poças Esteves
Vogal Efectivo, Eduardo José da Silva Farinha

Vogais Suplentes,

António Ricardo de Oliveira Fonseca,
Lígia Loureiro Quaresma.

Conselho Geral

Vogais Efectivos

Ernâni Rodrigues Lopes
Eduardo de Almeida Catroga
Víctor Manuel Pereira Dias
Maria Manuela Morgado Santiago Baptista
Mário José de Matos Valadas
Norberto da Cunha Junqueira Fernandes Félix Pilar
João Luís Alves César das Neves
Maria Eugénia de Almeida Mata
Maria Fernanda da Cunha e Costa Matias
Maria Teodora Osório Pereira Cardoso

Vogais Suplentes

Vitor Ângelo Mendes da Costa Martins
Luís Manuel Cachudo Nunes
Valter Valdemar Pego Marques
António Augusto de Ascenção Mendonça

Comissão de Disciplina Profissional

Vogais Efectivos

René António Cordeiro
António Macieira Coelho
Francisco Teixeira Pereira Soares
Maria José Mafarrinha Pardana Constâncio
Anibal Durães dos Santos
Francisco Adelino Gusmão Esteves de Carvalho
Rui Carlos Alvarez Carp

Vogais Suplentes

Maria Teolinda Taveira de Brito Subtil de Carvalho Portela
José Ramos Pires Manso
Maria Guilhermina Gonçalves Patrocínio

Conselho de Especialidade do Colégio de Especialidade de Economia Política

Vogais Efectivos

Vítor Manuel Ribeiro Constâncio
Nuno João de Oliveira Valério
Mário Manuel Pereira Gomes de Abreu
Luís Miguel Couceiro Pizarro Beleza
Américo Henrique Rodrigues Ramos dos Santos

Vogais Suplentes

João Martins Ferreira do Amaral
José António Cadima Ribeiro
Manuel Brandão de Vasconcelos Alves
Maria Isabel de Deus Mendes
Francisco João do Rosário Mafra


Conselho de Especialidade do Colégio de Especialidade de Economia e Gestão Empresariais

Vogais Efectivos

José António da Silveira Godinho
Manuel de Oliveira Marques
Moisés da Silva Cardoso
Miguel José Ribeiro Cadilhe
Mário Martins Adegas

Vogais Suplentes

Mário José Brandão Ferreira
João Martins Vieira
Mário Cristina de Sousa
João da Silva Ferreira
João Albino Matos da Silva

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