faqs
Quais os benefícios em ser membro da Ordem?

Nos termos da Lei (DL 174/98 de 27.7) que aprovou os Estatutos desta Ordem, só pode exercer a profissão de Economista e usar o título de Economista quem se encontra inscrito na Ordem.

O exercício da profissão de Economista, como em outras profissões (Advogados, Médicos, Engenheiros, Arquitectos Biólogos, etc.) está regulamentado, obedecendo às regras deontológicas fixadas nos Estatutos da Ordem. A Comissão de Disciplina Profissional zela para que o Código Deontológico seja cumprido pelos Economistas.

A Ordem defende a função social, dignidade e prestígio da profissão de Economista. Por isso, a inscrição na Ordem constitui, para os agentes económicos e para o público em geral, uma garantia de qualidade no exercício desta profissão.

A Ordem é um ponto de encontro do escol dos Economistas e dos Gestores portugueses. Adira à Ordem e participe também na discussão e reflexão sobre os problemas com que se debate a nossa economia.

A Ordem contribuí para o desenvolvimento da ciência económica, sendo membro da IEA (International Economic Association). A Ordem colabora com as Escolas Universitárias de Economia e de Gestão para melhorar a formação inicial e contínua dos Economistas.

Ser membro da Ordem permite também beneficiar de vários e vantajosos acordos de descontos nas áreas da formação, dos seguros e outros serviços financeiros, do laser.

Quais são os cursos de licenciatura relevantes para uma candidatura?


- Licenciaturas na área da ciência económica, conferidas por estabelecimentos universitários públicos com planos de estudos de 5 anos lectivos.

- Licenciaturas não adequadas ao processo de Bolonha (com plano de estudos de 4 anos lectivos) na área da ciência económica (economia, gestão), reconhecidas pela Direcção Geral do Ensino Superior e conferidas antes de 26 de Abril de 1999.

- Licenciaturas não adequadas ao processo de Bolonha (com plano de estudos de 4 anos lectivos) na área da ciência económica (economia, gestão) e que foram objecto de avaliações positivas feitas pelo CNAVES.

- Licenciaturas não adequadas ao processo de Bolonha (com plano de estudos de 4 anos lectivos) na área da ciência económica (economia, gestão), que não tiveram avaliações positivas feitas pelo CNAVES mas que deram origem a licenciaturas, adequadas ao processo de Bolonha, e consideradas, hoje, como adequadas para a admissão na Ordem.

- Licenciaturas adequadas ao processo de Bolonha (com plano de estudos correspondente a 180 créditos ECTS – 3 anos lectivos), registadas na Direcção Geral do Ensino Superior, consideradas como estando inseridas na área da ciência económica. 

Quais os cursos de licenciatura não adequados ao processo de Bolonha avaliadas positivamente pelo CNAVES?

Para acesso ao Colégio de Especialidade de Economia Política:

- Universidade Técnica de Lisboa – ISEG, Economia
- Universidade Técnica de Lisboa – ISEG, Matemática Aplicada à Economia e Gestão
- Universidade do Porto – Faculdade de Economia, Economia
- Universidade Católica Portuguesa, Economia
- Universidade de Coimbra – Faculdade de Economia, Economia
- Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Economia, Economia
- Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Economia
- Universidade do Algarve, Economia
- Universidade de Aveiro, Economia
- Universidade dos Açores, Economia
- Universidade da Beira Interior, Economia
- Universidade de Évora, Economia
- Universidade da Madeira, Economia
- Universidade do Minho, Economia
- Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Economia
- Universidade Autónoma de Lisboa, Economia
- Universidade Fernando Pessoa, Economia e Finanças
- Universidade Independente, Economia
- Universidade Lusófona, Economia
- Universidade Portucalense Infante D. Henrique, Economia

Para acesso ao Colégio de Especialidade de Economia e Gestão Empresariais:

- Universidade Técnica de Lisboa – ISEG, Gestão, Matemática Aplicada à Economia e Gestão
- Universidade do Porto – Faculdade de Economia, Gestão
- Universidade Católica Portuguesa, Administração e Gestão de Empresas, Gestão e Desenvolvimento Social
- Universidade de Coimbra – Faculdade de Economia, Organização e Gestão de Empresas
- Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Economia, Gestão
- Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Organização e Gestão de Empresas, Finanças
- Universidade dos Açores, Gestão de Empresas
- Universidade do Algarve, Gestão de Empresas
- Universidade da Beira Interior, Gestão
- Universidade de Évora, Gestão de Empresas
- Universidade da Madeira, Gestão
- Universidade do Minho, Gestão de Empresas
- Academia da Força Aérea, Administração Aeronáutica
- Academia Militar, Administração Militar
- Escola Naval, Administração Naval
- Instituto Superior de Gestão, Gestão
- Universidade Autónoma de Lisboa, Gestão
- Universidade Moderna  - Lisboa e Porto, Organização e Gestão de Empresas
- Universidade Portucalense Infante D. Henrique, Gestão de Empresas
- Instituto Superior de Línguas e Administração de Lisboa, Gestão de Empresas

Qual o valor das quotas?



Quotizações (em euros)
 
Efectivo
Estagiário
Reformado
Quota anual
100,00
50,00
50,00
Quota semestral
50,00
25,00
25,00

 

 
Em que pode consistir a componente de formação pelo exercício profissional supervisionado (estágio profissional)?


- A componente de estágio de formação pelo exercício profissional supervisionado consiste no desenvolvimento de actividades profissionais susceptíveis de comprovarem capacidades para o exercício autónomo da profissão de Economista;

- A duração destas actividades profissionais não pode ser inferior a um ano;

- É contabilizada a experiência profissional adquirida depois da obtenção da licenciatura e antes da apresentação da candidatura à inscrição na Ordem, mas nunca em período superior a seis meses;

- A supervisão deve, sempre que possível, ser assegurada por um Patrono, que deve ser membro efectivo da Ordem, com pelo menos cinco anos de exercício profissional, escolhido pelo estagiário ou nomeado pela Direcção;

- Não sendo possível nomear um Patrono, a supervisão é assegurada pela Comissão Permanente do Conselho da Profissão;

- Uma vez terminada esta componente do plano de estágio, o estagiário deve elaborar um relatório sobre o modo como ela decorreu, identificando, com detalhe, as funções e/ou actividades exercidas e juntando comprovativos do empregador ou do dador de trabalho;

- Decorrendo esta componente de estágio sob a supervisão de um Patrono, deve este elaborar um parecer sobre o modo como decorreu o estágio profissional;

- Serão fornecidos ao estagiário e ao respectivo Patrono um modelo de relatório e de parecer.

Que sucede se o estagiário não lograr uma colocação profissional para poder realizar a componente do seu estágio de formação pelo exercício profissional supervisionado?


- Não conseguindo o estagiário obter uma colocação profissional que lhe permita desenvolver esta componente do estágio, a mesma pode ser substituída, a pedido do estagiário, pela realização de cursos de formação, na área da ciência económica, propostos pelo estagiário e que a Comissão Permanente do Conselho da Profissão julgue adequados para o efeito.

- A frequência destes cursos de formação não substitui a componente de estágio de realização de estudos complementares superiores, se esta estiver incluída no plano de estágio.

Quem pode ser designado como Patrono?


- O Patrono, que deve ser membro efectivo da Ordem, com pelo menos cinco anos de exercício profissional.

- O Patrono pode ser escolhido pelo estagiário ou, a pedido deste, nomeado pela Direcção.

Em que casos o plano de estágio comporta as duas componentes, a de estudos complementares e a de formação pelo exercício profissional tutelado?


A componente de estágio de realização de estudos complementares superiores é obrigatória para os estágios dos candidatos à admissão à Ordem titulares de um curso de licenciatura registado na Direcção Geral do Ensino Superior como inserida na área da ciência económica:

- com um plano de estudos equivalente a 180 unidades de crédito ECTS;


- com um plano de estudo que, mesmo desenvolvendo-se por mais de três anos lectivos, não garanta, no entendimento da Comissão Permanente do Conselho da Profissão, os conhecimentos técnicos e da cultura própria à profissão de Economista.

Qual o período de tempo atribuído para realização do plano de estágio?


- A realização do estágio deve ser concluída num período de tempo correspondente ao dobro da duração do respectivo plano de estágio, ou seja, quatro ou dois anos, contados da data de comunicação do plano de estágio, se este incluir ou não uma componente de realização de estudos complementares superiores.

- Este prazo poderá ser prorrogado, a pedido do estagiário fundado em razões ponderosas, pela Comissão Permanente do Conselho da Profissão.

- Sempre que o plano de estágio integre uma componente de realização de estudos superiores complementares, o respectivo prazo de realização interrompe-se também quando, tendo-se o estagiário regularmente candidatado à inscrição em um curso necessário à realização dessa componente do seu plano de estágios, essa sua inscrição vier a não ser aceite, por motivos que não lhe sejam directamente imputáveis.

- Sempre que o estágio integre uma componente de realização de exercício profissional supervisionado, o respectivo prazo de realização interrompe-se até ao momento em que, a pedido do estagiário, for nomeado um Economista que supervisione aquele exercício profissional ou, não sendo possível designar um Patrono, até à comunicação ao estagiário de que o seu estágio será supervisionado pela Comissão Permanente do Conselho da Profissão.

Que sucede se, esgotado esse período, o estagiário não tiver concluído o estágio?


- Não sendo terminado o estágio no prazo fixado no respectivo plano de estágio ou nas suas prorrogações, caduca a inscrição como membro estagiário.

- É, por isso, necessária a apresentação de uma nova candidatura à inscrição na Ordem, a ser apreciada casuisticamente pela Direcção, com parecer prévio da Comissão Permanente do Conselho da Profissão,

Uma vez concluído o plano de estágio, qual pode ser a avaliação a ele feita pela Comissão Permanente do Conselho da Profissão?


A Comissão Permanente do Conselho da Profissão disporá de 75 dias para apreciar, de acordo com os documentos recepcionados, o modo como decorreu o estágio, devendo fazer chegar à Direcção, um parecer sobre a inscrição do estagiário como membro efectivo da Ordem e do Colégio de Especialidade a que se candidatou:

- favorável;
- desfavorável, caso em que pode sugerir ao candidato a realização de acções complementares de formação que visem reforçar as suas capacidades profissionais.

Cadernos de Economia | O Economista - Anuário da Economia Portuguesa - subscrição


Os cadernos de Economia são disponibilizados gratuitamente aos membros com sessão iniciada no site da Ordem. 

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