COMPETE 2020 conta a história de Cinco Mulheres Empreendedoras
Mar, 12, 2018
No dia em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o Programa COMPETE 2020 conta a história de cinco mulheres que escolheram a Indústria para o seu percurso profissional e olham para ela como um sector motivante e repleto de desafios. Ver também: Isabel Carneiro, uma mulher que vê na mudança um desafio Andreia Fortes, vê na indústria um sector altamente motivante especialmente porque permite criar, transformar e ver obra feita Pilar Morais, uma mulher que aprendeu que: humildade + ambição = combinação vitoriosa Cláudia Matos Pinheiro, uma mulher que considera a indústria um sector criativo e original onde o desafio é uma constante Elisabete Rita, um percurso no Associativismo, uma mulher que vê no sector Industrial grande possibilidade de progressão

 

Esta semana, a Newsletter do COMPETE 2020 revela cinco histórias num sector, aparentemente masculino: a Indústria. Uma indústria gerida por Mulheres que de forma convicta e bem-sucedida mostram que este ou outro sector não tem género, apenas é preciso vontade, capacidade e resiliência.

 

CINCO MULHERES... CINCO HISTÓRIAS: EM COMUM A INDÚSTRIA

 

| Elisabete Rita, um percurso no Associativismo, uma mulher que vê no sector Industrial grande possibilidade de progressão - doc

| Cláudia Matos Pinheiro, uma mulher que considera a indústria um sector criativo e original onde o desafio é uma constante - doc

| Pilar Morais, uma mulher que aprendeu que: humildade + ambição = combinação vitoriosa - doc

| Andreia Fortes, vê na indústria um sector altamente motivante especialmente porque permite criar, transformar e ver obra feita - doc

| Isabel Carneiro, uma mulher que vê na mudança um desafio - doc

 

Para o programa que no contexto do Portugal 2020 tem os instrumentos convergentes para aumentar a competitividade económica, mobilizando e potenciando os seus recursos e competências, a temática da Igualdade de Género surge pela importância em capitalizar precisamente estes recursos e competências.

 

O talento, a criatividade e a tecnologia juntos determinarão como a Nova Revolução pode ser aproveitada para um crescimento económico sustentável e inúmeros benefícios para a sociedade.

 

No entanto, se metade do talento do mundo não estiver integrada nestas transformações compromete-se a inovação e arrisca-se um aumento da desigualdade.

 

A União Europeia está apenas a meio caminho de atingir a igualdade de géneros, e o progresso tem sido lento, com apenas melhorias marginais ao longo da última década. Os eurodeputados estão a pressionar para apresentar um conjunto de ações que elimine finalmente o fosso entre os géneros.

 

As mulheres representam praticamente metade da força de trabalho da União Europeia. No entanto, continuam a ter pouca expressão em cargos de topo. Na UE existem 7,3 milhões de gestores, dos quais 35% são mulheres.

 

Em Portugal há 3,3 mulheres por cada dez cargos de gestão. A média está abaixo dos 35% registados no total da União Europeia e, não é só: em Portugal, cada mulher gestora recebe menos 25,9% do que um homem que ocupa a mesma função, também menos do que acontece na UE.

 

A diversidade é a palavra-chave do momento: as empresas são as primeiras a sublinhar que o equilíbrio entre género aumenta a competitividade.

 

As pesquisas mostram que o aumento da diversidade de género resulta em maior criatividade e resiliência e num ambiente de trabalho mais inovador.

 

Consulte a página do WEF: Without proper gender diversity, companies will fail - doc

 

(Fonte: Compete 2020)

 

Dia Internacional da Mulher - doc

COMPETE 2020 - doc

Newsletter do COMPETE 2020 - doc

Igualdade de Género - doc

 

Fonte: Portugal 2020, em 8 de Marçço de 2018

 

 

 

Ver também:

 

Isabel Carneiro, uma mulher que vê na mudança um desafio

 

(…) Para o sucesso de qualquer projecto o entusiasmo da equipa tem forçosamente que existir e ser partilhado por todos. (…)

(…) Entendo que o conhecimento do que produzimos é vital para que possamos dar um bom contributo. (…) Admito que acarreta algum coeficiente de stress mas largamente compensado pelo enriquecimento de cada conquista.

 

Por: Célia Pinto

Fonte: Compete 2020, em 6 de Março de 2018

 

 

Andreia Fortes, vê na indústria um sector altamente motivante especialmente porque permite criar, transformar e ver obra feita

 

(…) A indústria permite transformar e criar. Vê-se a obra feita e isso por si é altamente motivante. Relativamente à atração de jovens e retenção de talentos, acho que no nosso país ainda há muito trabalho a fazer. O tecido industrial português é constituído maioritariamente por PMEs, muitas delas localizadas fora das grandes cidades como Lisboa e Porto. A par disto, ainda não temos grande tradição no 'casamento' entre empresas e academia. Acho este um dos pontos chave para se conseguir atrair jovens. (…)

 

Por: Célia Pinto

Fonte: Compete 2020, em 6 de Março de 2018

 

 

Pilar Morais, uma mulher que aprendeu que: humildade + ambição = combinação vitoriosa

 

(…) Fazer as coisas à nossa maneira implica aceitar a maneira das coisas, as consequências das nossas opções. Implica passar a vida a estudar as ações-reações, a otimizar processos e melhorar rentabilidades. (…)

 

Por: Célia Pinto

Fonte: Compete 2020, em 6 de Março de 2018

 

 

Cláudia Matos Pinheiro, uma mulher que considera a indústria um sector criativo e original onde o desafio é uma constante

 

(…) De alguns anos a esta parte, verifica-se um afastamento dos profissionais da industria. Esta situação tem vindo a criar um fosso entre as necessidades de profissionais qualificados, que a industria tem e, a disponibilidade dos mesmos no mercado. Em paralelo, a industria, nomeadamente a metalomecânica, tem crescido nos últimos anos, o que ainda agrava mais este fosso. As empresas portuguesas competem de igual para igual com as suas congéneres internacionais, tendo uma imagem de competência e qualidade. Então é caso para questionar o porquê de não conseguirmos passar essa mensagem internamente, por forma a conseguirmos captar jovens que se deslocam para o estrangeiro na busca de ofertas profissionais ? A industria deve criar condições, em paralelo com as politicas educacionais, as escolas, as entidades económicas, etc, no sentido de transmitir uma imagem de modernidade, criatividade e originalidade que aliciem os nossos jovens a procurar  soluções internamente. Só com estes passos teremos capacidade no futuro de continuar a competir em mercados cada vez mais desafiantes e competitivos. (…)

 

Por: Célia Pinto

Fonte: Compete 2020, em 6 de Março de 2018

 

 

Elisabete Rita, um percurso no Associativismo, uma mulher que vê no sector Industrial grande possibilidade de progressão

 

(…) Antes de mais, importa desmistificar a imagem da indústria junto dos jovens e, acima de tudo, das suas famílias. Portugal abandonou a indústria durante muitos anos, durante os quais se instituiu a ideia de que o sector dos serviços era aquele que dava maior status. A crise económica que se veio a instalar provou o contrário e percebeu-se que há que retomar a produção de bens transacionáveis. Entretanto ficámos com grande carência de quadros intermédios e profissões especializadas pelo que se batalha, presentemente, para suprir essas carências num processo que é naturalmente moroso. (…) é essencial que o território seja atractivo nas mais variadas vertentes, designadamente infra-estruturas, transportes, saúde, cultura e lazer, ao ponto de fixar as famílias e os seus jovens. Isto pressupõe, em 1.ª linha, que o território seja atractivo aos olhos dos potenciais investidores. (…)

 

Por: Célia Pinto

Fonte: Compete 2020, em 6 de Março de 2018

 

 

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