Donde vem a ameaça à sociedade ocidental (II)
Out, 06, 2018
os li¿deres - os que conduzem - sa¿o minorias, mas na¿o necessariamente especialmente qualificadas. Assim, seja por ¿especializac¿a¿o¿, seja por oportunismo, seja para fazer diferente, surgem minorias que, julgando interpretar o sentido do tempo se antecipam, agindo, colocando ro¿tulos, marcando posic¿o¿es visando silenciar outras minorias que, se despertadas, tera¿o de reagir ficando logo negativamente catalogadas. Por René Cordeiro Fonte: Strategypi.com

 

Donde vem a ameaça à sociedade ocidental (II)

 

Terminei o artigo anterior, sob o mesmo ti¿tulo, com a expressa¿o de Oscar Wilde de que a maioria das pessoas apenas existe. Volto ao tema porque um amigo lembrou-me que, em artigos anteriores, eu ja¿ teria argumentado que a maioria das pessoas e¿ seguidora, sendo li¿der uma minoria, pelo que deveria esclarecer melhor o seu conteu¿do. Procurarei faze¿-lo recorrendo a algumas reflexo¿es sobre assuntos do nosso quotidiano que me provocam perplexidades que, de acordo com Y. Harari, revela humildade, lucidez: pretende compreender o que se passa. Farei antes um enquadramento conceptual recorrendo a uma leitura antiga que me parece adequada.

 

Escrevia Ortega y Gasset (in La Rebelio¿n de las Masas, Pro¿logo para Franceses), a propo¿sito do tema, que a sociedade e¿ sempre uma unidade dina¿mica de dois factores: minorias e massas, sendo aquelas constitui¿das por indivi¿duos, ou grupos de indivi¿duos especialmente qualificados [...] devendo entender-se por massa o «homem me¿dio» [...] para formar uma minoria, seja qual for, e¿ preciso que antes cada um se separe da multida¿o por razo¿es especiais, relativamente individuais. Avanc¿ando no tema, o autor esclarece (agora, no original) que “imagi¿nese un hombre humilde que al intentarse valorarse por razones especiales ¿ al preguntarse si tiene talento para esto o lo otro, si sobresale en algu¿n orden ¿, advierte que no posee ninguna cualidad excelente. Este hombre se sentira¿ mediocre y vulgar, mal dotado; pero no se sentira¿ «masa». Cuando se habla de «minori¿as selectas», la habitual bellaqueri¿a suele tergiversar el sentido de esta expresio¿n fingiendo ignorar que el hombre selecto no es el petulante que se cree superior a los dema¿s, sino el que se exige ma¿s que los dema¿s, aunque no logre cumplir en su persona esas exigencias superiores. [...] La divisio¿n de la sociedad en masas y minori¿as excelentes no es, por lo tanto, una divisio¿n de clases sociales, sino de clases de hombres... en rigor, dentro de cada clase social hay masa y minori¿a aute¿ntica”.

 

Se a maioria na¿o fosse seguidora, as modas, ou as tentativas de as produzir, na¿o existiriam.

 

Assim, os li¿deres ¿ os que conduzem ¿ sa¿o minorias, mas na¿o necessariamente especialmente qualificadas. De facto, algumas, por uma qualquer raza¿o, representam uma qualquer tende¿ncia que, por norma, consideram moderna, diferente de algo que e¿ familiar que, portanto, ha¿ que alterar, esperando que tal lhes granjeie o apoio de maiorias, ou de minorias que lhes interesse.

 

Assim, seja por “especializac¿a¿o”, seja por oportunismo, seja para fazer diferente, surgem minorias que, julgando interpretar o sentido do tempo se antecipam, agindo, colocando ro¿tulos, marcando posic¿o¿es visando silenciar outras minorias que, se despertadas, tera¿o de reagir ficando logo negativamente catalogadas. Quando esta reacc¿a¿o se verifica, podera¿ ocorrer adaptac¿a¿o, mas esta sera¿ sempre mais influenciada pela acc¿a¿o. Outras vezes, esta reacc¿a¿o consegue, com grande custo, ultrapassar as dificuldades e marcar posic¿a¿o. Acredito que e¿ o que estamos a assistir em va¿rias a¿reas geogra¿ficas. Por isso e¿ sempre mais produtivo agir do que reagir.

 

Tenho para mim que a clareza dos conceitos e¿ imprescindi¿vel porque antecede a acc¿a¿o. [E¿ o¿bvio que ha¿ quem possa pensar que pode inverter a ordem dos factores, agindo primeiro (porque¿? para que¿?), encapsulando depois a acc¿a¿o num conceito existente, ou inventar um (aumentando a confusa¿o)].

 

Quando tal na¿o acontece, somos confrontados com uma se¿rie de conceitos no nosso quotidiano que nos (me) confunde. Exemplificando: o que se diz liberal na¿o e¿ bem visto; mas o conceito e¿ claramente entendido? O seu oposto (socialista, colectivista) e¿ bem visto. Sera¿? Mas, em princípio, todos sera¿o democratas porque integrados e usufruindo de um sistema que atribui a¿ liberdade do individuo a responsabilidade de opc¿a¿o atrave¿s de voto. O que sugere algum grau de liberalismo. Que e¿ genui¿no ou circunstancial? Aparece enta¿o uma soluc¿a¿o “social-democrata” que procura aproveitar o melhor de ambos os conceitos. Mas chega? Na¿o, porque tambe¿m surgem tre¿s a¿reas (direita, centro e esquerda) que se matizam, originando sete suba¿reas (extrema para a primeira e a u¿ltima e direita e esquerda para a a¿rea do meio). Talvez por isso, Ortega Y Gasset recorda que o ti¿tulo da obra de Spencer “O Individuo contra o Estado” na¿o significa oposic¿a¿o mas que, sendo estes dois o¿rga¿os do mesmo sujeito ¿ a sociedade ¿ o que nela se discute e¿ quais as necessidades sociais que sa¿o melhor (e aqui ha¿ que estabelecer crite¿rios, me¿tricas) servidas por um ou por outro o¿rga¿o. Ortega Y Gasset, que na¿o viveu os tempos que hoje vivemos, ja¿ dizia, na fonte acima citada, que “ser de la izquierda es, como ser de la derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbe¿cil: ambas, en efecto, son formas de hemipleji¿a moral. Adema¿s, la persistencia de estos calificativos contribuye no poco a falsificar ma¿s au¿n la «realidad» del presente, ya falsa de por si¿, porque se ha rizado el rizo de las experiencias poli¿ticas a que responden, como demuestra el hecho de que hoy las derechas prometen revoluciones y las izquierdas proponen tirani¿as. [...] Cuando alguien nos pregunta que¿ somos en poli¿tica o, anticipa¿ndose con la insolencia que pertenece al estilo de nuestro tiempo, nos adscribe a una, en vez de responder, debemos preguntar al impertinente que¿ piensa e¿l que es el hombre y la naturaleza y la historia, que¿ es la sociedad y el individuo, la colectividad, el Estado, el uso, el derecho. La poli¿tica se apresura a apagar las luces para que todos estos gatos resulten pardos.”

 

Por isso, as ditas esquerdas apresentam-se sempre de forma a serem percepcionadas (numa e¿poca em que o continente e¿ mais relevante que o conteu¿do, tal e¿ adequado) como amigas dos demais (a maioria), preocupada com os demais (a maioria), solida¿rias com os demais (a maioria), benfeitoras dos demais (a maioria), ou protectoras de minorias, encostando as ditas direitas a¿ percepc¿a¿o de inimigos dos demais (a maioria), despreocupados com os demais (a maioria), exploradores dos demais (a maioria), indiferentes a minorias ...

 

Ate¿ ha¿ palavras que parece serem exclusivas destas ditas direitas ¿ competitividade, produtividade, disciplina, exige¿ncia, me¿rito ¿ e que a¿quelas ditas esquerdas nunca se ouvem. E na¿o encerram elas conceitos determinantes para o desenvolvimento da sociedade? Consequentemente, devo concluir que assim procedem porque tal e¿ popular, logo estas ditas esquerdas sa¿o populistas. (Dos exemplos de assuntos que vou expor, este conceito de populismo e¿ o que me provoca mais perplexidade).

 

Mas o resultado e¿ confundirem o voluntarismo dos seus desejos com o que e¿ via¿vel, assim pretendendo obter audie¿ncias expressivas sem permitir a¿ sociedade a avaliac¿a¿o da probabilidade de sucesso dos resultados a longo prazo das suas propostas. Mas tal acontece porque¿? Por ignora¿ncia? Por serem contra a concorre¿ncia, a produc¿a¿o ou a compete¿ncia individual?

 

Estas diferenc¿as entre as ditas esquerdas e as ditas direitas na¿o teria muita importa¿ncia se as respectivas abordagens fossem simulta¿neas, se complementassem, tal como ocorre quando uma mulher e um homem se acasalam: complementam-se por forma a tirarem vantagem dos seus objectivos comuns, ultrapassando eventuais diferenc¿as que a situac¿a¿o por que optaram e o seu trabalho para a manter recomenda. Mas na poli¿tica na¿o existe esta simultaneidade no exerci¿cio do poder. O que se verifica, num tempo, e¿ uma abordagem que facilita, que gasta mais do que pode e, noutro tempo, outra abordagem que, ja¿ na¿o podendo fazer o mesmo, corta nas despesas. Qual destas abordagens e¿ populista?

 

Bem sei que a maioria dos leitores, ou espectadores de TV, ou ouvintes de ra¿dio, na¿o abordam as noti¿cias com preocupac¿a¿o de absorc¿a¿o de factos, experienciando-as antes, visceralmente, como dramas com os seus vilo¿es, hero¿is e histo¿rias picantes ou provocadoras dos seus instintos, sendo este, a propo¿sito, o foco principal das redes sociais. Esta abordagem e¿ a que traz audie¿ncias, na¿o e¿ verdade? Assim sendo, o propo¿sito destes “canais informativos” na¿o e¿ promover a construc¿a¿o de conhecimento, mas a vulgarizac¿a¿o que fomenta a visibilidade. Efectivamente, tudo serve como entretenimento vazio de assunto que conduza as pessoas a terem de pensar (da¿ trabalho, exige esforc¿o). Ha¿ que reconhecer que este processo produz influe¿ncias negativas.

 

Mas como e¿ que as pessoas “abrem os olhos”? Com informac¿a¿o, ou com conhecimento? Se e¿ com este, ainda que considerando o acima descrito como realidade do nosso tempo, arrisco-me a dizer que seria produtivo que, como contributo para a estruturac¿a¿o do conhecimento das pessoas que constituem a maioria visando o seu correcto esclarecimento, deixa¿ssemos de utilizar a facilidade dos ro¿tulos “esquerda, centro, direita” e os seus ape¿ndices e passa¿ssemos a utilizar designac¿o¿es mais claras e focalizadas em factos e, consequentemente, na explicac¿a¿o das causas (da necessidade) de medidas e dos efeitos desejados destas, com indicac¿a¿o do quando da sua produc¿a¿o, sem iludir os efeitos indesejados. Numa e¿poca dominada pelas redes sociais com informac¿a¿o abundante, desmedida, tal ajudar-nos-ia a encontrar a fortaleza de espírito que nos permitisse julgar e decidir com base em conhecimento (cruzando informac¿a¿o factual, organizando ideias, associando comportamentos) com minimizac¿a¿o das influe¿ncias dos filtros dos ro¿tulos. E¿ claro que, assim, a informac¿a¿o traria conteu¿dos. Na¿o formas, apare¿ncias, ficc¿o¿es. Porque o assunto poli¿tico e¿ se¿rio, influenciando a economia cujo desempenho e¿ estruturante do desenvolvimento da sociedade.

 

So¿ assim, creio, a maioria poderia optar por um futuro desejado, que na¿o fosse o presente de hoje, com a conscie¿ncia de que este podera¿ na¿o ser ta¿o bom quanto se desejaria, mas assegurando que tal na¿o po¿e em causa o amanha¿ que tambe¿m tem de ser bom.
Por estas razo¿es, os partidos poli¿ticos, os governos, na¿o podem deixar de ser populistas. Retiro, das va¿rias definic¿o¿es desta expressa¿o, de diferentes fontes, um sentido comum: derivando o populismo do que e¿ popular, isto e¿, do que e¿ do agrado do povo, das massas, ele e¿ uma doutrina ou uma pra¿tica que visa obter apoio popular a certas medidas, propostas, a elas favora¿veis: do seu agrado. Logo, todas as medidas de aumento de sala¿rios, de penso¿es, de reduc¿a¿o de horas de trabalho sa¿o populistas.

 

Todavia, na¿o sa¿o assim consideradas, o que me surpreende. Porque, por exemplo, sa¿o considerados populistas os partidos/governos que visam restringir os movimentos imigrato¿rios ilegais. Se aqueles sa¿o populistas e¿ porque agradara¿o a¿s massas ¿ a¿ maioria. Se na¿o agradam, por que sa¿o assim considerados?

 

Alheando-nos, racionalmente, das causas atribui¿das aos movimentos imigrato¿rios que te¿m ocorrido ultimamente (algumas causas na¿o facilitam o alheamento, porque nos afectam emocionalmente) ¿ guerras, melhoria das condic¿o¿es de vida, procura de mais espac¿o, ... ¿ verificamos que a Histo¿ria nos ensina que elas sempre existiram. E que, fosse por miscigenac¿a¿o paci¿fica, fosse por exerci¿cio de poder, fosse por procura de mecanismos de inclusa¿o, ou de mecanismos de exclusa¿o, quando o nu¿mero de imigrantes atingia o ni¿vel em que podia inverter, por em causa, os costumes da regia¿o receptora, desencadeava-se a resiste¿ncia aos movimentos. E bem sabemos de casos em que a resiste¿ncia foi tardia, ja¿ na¿o impedindo o que se quereria evitar. Porque os factores determinantes do desequili¿brio da cultura existente na regia¿o receptora dos imigrantes sa¿o, a quantidade (o nu¿mero de imigrantes), a intensidade do ritmo com que esta ocorre e a utilidade que a sociedade receptora reconhece aos que chegam a¿s suas casas. E tal nada tem que ver com valores, religiosos ou outros. Sa¿o factos ¿ causas ¿ que conduzem a efeitos historicamente conhecidos. Ouvi recentemente uma noti¿cia que indicava a reduc¿a¿o, na UE, do nu¿mero de imigrantes de 2.000.000, em 2017, para 100.000 em 2018. Qual a raza¿o? Reduc¿a¿o das causas existentes em 2017, ou a resiste¿ncia de alguns governos da UE aos movimentos imigrato¿rios? Se esta foi a causa, enta¿o essa resiste¿ncia foi populista.

 

Uma das justificac¿o¿es que ouc¿o para a necessidade de acolher imigrantes decorre da baixa taxa de natalidade, justificac¿a¿o a que e¿ dada grande difusa¿o. E porque na¿o se dara¿ a mesma, desejavelmente maior, difusa¿o a medidas de promoc¿a¿o da natalidade como as de que o Munici¿pio de Boticas e¿ exemplo? Certamente que os auto¿ctones aplaudiriam tais medidas, que seriam, assim, populistas. Ouvi recentemente uma dirigente sindical da func¿a¿o pu¿blica afirmar que seria aceita¿vel um pre¿mio de risco igual para todos os funciona¿rios pu¿blicos. Mas pre¿mios de desempenho na¿o, porque divide os trabalhadores. Portanto, todos os funciona¿rios pu¿blicos esta¿o sujeitos ao mesmo risco profissional e todos te¿m o mesmo desempenho. Se a ideia agrada a¿ maioria dos funciona¿rios pu¿blicos, e¿ populista.

 

A questa¿o do sala¿rio mi¿nimo nacional. Na¿o discuto se o valor de 600€ e¿ justo. O que afirmo e¿ que e¿ uma fala¿cia. Todos os encargos que suportamos sa¿o reportados a 12 meses (o conteu¿do do ano). Os orc¿amentos das empresas e das fami¿lias tomam em considerac¿a¿o a dimensa¿o do ano (12 meses). As comparac¿o¿es internacionais dos SMN sa¿o na base de 12 meses. Portanto, sendo o sala¿rio mi¿nimo anual de 8.400€, o SMN mensal e¿ de 700€. Se, por absurdo, o Estado decidisse pagar os sala¿rios em 16 meses, isto e¿, complementar o sala¿rio mensal de 12 meses com 4 meses adicionais para resultar num sala¿rio mi¿nimo anual de 8.400€, o SMN mensal resultante seria inferior a 600€!

 

Ouc¿o responsa¿veis poli¿ticos e meios de comunicac¿a¿o referirem-se a¿ Uber e suceda¿neos como plataformas electro¿nicas de passageiros. Enta¿o estes sa¿o transportados em plataformas electro¿nicas? Por que na¿o utilizar o termo correcto de que estas sa¿o empresas de transporte de passageiros (sa¿o assim juridicamente constitui¿das, segundo creio), em que o servic¿o e¿ activado a partir de uma aplicac¿a¿o electro¿nica especifica no telemo¿vel do utilizador do transporte e outra no telemo¿vel do motorista que o fornece. Se alguma empresa de ta¿xis existente utilizar uma aplicac¿a¿o semelhante passara¿ a designar-se tambe¿m por plataforma de transporte de passageiros? Afinal de contas, ressalvando as diferenc¿as tecnolo¿gicas envolvidas, a disponibilizac¿a¿o pela Ra¿dio Ta¿xis de activac¿a¿o do servic¿o de transporte pelo telefone teve o mesmo efeito, na¿o e¿ verdade? Por que sera¿ que a embriaguez do digital conduz as pessoas a esta confusa¿o de conceitos?

 

A globalizac¿a¿o (livre come¿rcio, a¿ escala planeta¿ria, sem fronteiras) e¿ um conceito do a¿mbito da economia, concretamente da Procura pela possibilidade, facilidade e instantaneidade com que esta passou a ter conhecimento do produto e das condic¿o¿es da sua aquisic¿a¿o, a que a Oferta responde com a deslocalizac¿a¿o de operac¿o¿es em busca de soluc¿o¿es cada vez mais eficientes. O processo trouxe, e traz, indiscutivelmente, vantagens, ao menos durante algum tempo, aos compradores, deu trabalho a milho¿es de pessoas em resultado da deslocalizac¿a¿o dessas operac¿o¿es, e retirou/retira trabalho a outras pessoas em resultado do mesmo movimento.

 

E ha¿ quem queira que o feno¿meno da globalizac¿a¿o seja tambe¿m poli¿tico. Mas creio que todas as pessoas que te¿m conscie¿ncia dos seus efeitos a rejeitam. Curiosamente, os maiores defensores da independe¿ncia da Catalunha sa¿o dos maiores defensores da globalizac¿a¿o poli¿tica!

 

Li ha¿ tempo, de Henry Kissinger, em On China, que Deng Xiauping tera¿ dito no Congresso do Povo, ao arrancar com o processo de modernizac¿a¿o econo¿mica, que o (desejo de) lucro faz parte da natureza humana.

 

Acredito que o ser humano e¿, por natureza, conservador, independentemente das circunsta¿ncias. Pessoalmente, revejo-me na definic¿a¿o de Bismarck: Sou conservador; e para o ser, tenho de conservar algo; e para conservar algo, tenho de reformar a tempo. E a clareza de conceitos sera¿ certamente de grande ajuda, porque ja¿ o e¿ na vertente econo¿mica.

 

Por René Cordeiro

Fonte: Strategypi.com

 

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