
Carlos Brito, Presidente da Delegação Regional do Norte (DRN), concedeu uma entrevista à RTP Notícias na qual analisou Cristiano Ronaldo enquanto marca e o seu valor económico para Portugal.
Ao longo da conversa, explicou que a força de uma marca assenta em três pilares — notoriedade, reputação e envolvimento gerado junto do público — e defendeu que, nesta fase, a marca vale mais do que o jogador, mantendo-se intocada pela polémica em torno da saída da seleção.
Questionado sobre quem mais perde com essa saída, apontou o país e não apenas a Federação, sublinhando que o verdadeiro potencial da marca não está nos minutos em campo, mas no impacto mediático que pode gerar. Destacou ainda três níveis de aproveitamento: a promoção da imagem de Portugal no Campeonato do Mundo que o país irá coorganizar, o exemplo de talento, trabalho e sacrifício para os mais jovens e a ambição como característica a aprender e a replicar.