
Em entrevista ao podcast Lusa Extra sobre o OE2027, o Bastonário afirmou que Portugal está parado em matéria de infraestruturas há mais de duas décadas. Defendeu que investimentos como a alta velocidade ou o aeroporto de Lisboa devem ser pensados para maximizar o impacto na economia nacional e envolver as empresas portuguesas: “Não é só dar dinheiro, mas é ver em que medida é que esse dinheiro pode produzir escala e produzir efeitos de arrastamento.”
O Bastonário defendeu ainda a recuperação do planeamento estratégico, lembrando que os planos de fomento das décadas de 1950 a 1970 deram origem a projetos como Sines e o Alqueva. Sobre a proposta de OE2027, assinalou a desaceleração prevista do investimento com o fim do PRR e a falta de medidas para responder a esse contexto.
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